É a luta pela luta, não tem saída

Jaqueline de Oliveira Dias vive na ocupação próxima à Estação da Luz. O marido trabalha e pelo local ser distante, durante a semana, dorme por lá.  Aos 23 anos, a dona de casa cuida dos dois filhos e conta como é a primeira experiência em ocupações.

Saiba mais sobre a ocupação na Rua Couto Magalhães, 381

“Ainda não sabia como ia ser, meu marido que participava das reuniões”. Ela vivia momentos antes da possível reintegração do prédio, mas com poucas esperanças, ela imaginava ir para outro prédio e continuar na luta. Não tinha como voltar atrás.

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