Mais do que moradia, uma luta que transforma

Há 11 anos lutando por moradia, Antônio Leonardo Abreu ou simplesmente Léo, como é chamado e conhecido, conta que sempre buscou um sistema de vida coletivo.

É daqueles que acredita que as pessoas podem e devem comandar a própria vida através da luta. “É uma questão de organização, de dar ênfase ao que se procura. No caso das ocupações, é a moradia”, explica.

Segundo o coordenador do prédio da Avenida Ipiranga, 879, problemas como educação, moradia, saúde e transporte são minimizados quando se tem uma casa própria.

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Entretanto, para o jovem de 30 anos, mais importante do que a moradia em si é a vivência e a experiencia de viver em um modelo coletivo diferente. Cada pessoa vai influenciar o outro, transformando-os em ser humanos melhores. E usa sua situação como exemplo: “Eu me vi nesse contexto de coordenar pessoas muito mais velhas do que eu e mais novas também. Isso é uma coisa muito gratificante. Você ver o sorriso de uma criança, chegar e te abraçar. Um idoso ter respeito por você, pela pessoa que você é. Quando você cobra ou quando você elogia a receptividade é a mesma. E isso faz com que eu me engaje cada vez mais”, diz.

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