O trabalho era evitar que ocupassem um prédio abandonado

O despejo fez com que Vagner Lopes fosse morar no centro da cidade, mais especificamente próximo ao Terminal Parque Dom Pedro II. Aos 43 anos e casado, o coordenador da ocupação na Xavier de Toledo vivia em um hotel quando um colega indicou o movimento de moradia, espaço onde poderia lutar pela moradia digna. O coordenador tinha sido despejado e ido morar com a esposa em um hotel.  “A gente só quer mostrar que aquele prédio não tem função social”.  O segurança patrimonial iniciou na luta na ocupação da Rua Marconi, onde foi desempenhando trabalhos e participou de outras ocupações.

Centro Ocupado

Depois de certo tempo, organizou a ocupação da Xavier de Toldeo. O mais curioso é que em sua profissão ele chegou a cudiar de um prédio vazio para que o movimento não ocupasse, isso antes de participar da luta. “Lembro que até no extinto Banco Nacional, eu trabalhava pra impedir essas pessoas de entrar no prédio”.

Na ocupação da Xavier de Toledo, havia famílias haitianas e pessoas de vários estados, como o Piauí. Em relação ao futuro na luta e se deixará esses ensinamentos para a filha ainda bebê, Vagner espera que ela cresça em um tempo que não seja necessário mais lutar pela moradia, que tal objetivo já estará alcançado. No entanto, ao mesmo tempo, pensa que é uma batalha que pode demorar muito ainda para ser realizada.

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